Paulínia, SP – Dois empresários donos de sex shops, de 38 e 40 anos, foram presos em flagrante por vender um estimulante sexual com substância ilegal e proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O produto era conhecido como ‘’melzinho do amor’’ e vendido pelos empresários que não tiveram os nomes revelados. O caso aconteceu em Paulínia, interior de São Paulo.
A ação foi descoberta após investigações da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) local. Durante a prisão, a polícia apreendeu quase 2,8 mil sachês da substância.
Os homens foram presos, mas logo após liberados sob pagamento de R$1.100 de fiança. O estimulante sexual vendido por eles tem a comercialização, propaganda e fabricação proibida pela Anvisa, por apresentar riscos à saúde.
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O produto promete melhorar o desempenho sexual e ser 100% natural. Porém, em maio deste ano, a Anvisa proibiu a circulação do ‘’melzinho do amor’’, a qual foi ignorada pelos empresários.
Em análise feita pelo Laboratório de Toxicologia Analítica do Centro de Informação e Assistência Toxicológica da Unicamp, apontou que o “melzinho do amor” possui elementos como Sildenafila e Tadalafila. Tais substâncias são usadas no tratamento da disfunção erétil e podem provocar reações adversas graves, incluindo morte.
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