Foto: montagem
MANAUS, AM – Após ser alvo da fúria do senador Eduardo Braga (MDB), a ministra da Secretaria de Governo da Presidência República e deputada federal Flávia Arruda (PL-DF) afirmou que os gritos e palavrões dirigidos a ela pelo parlamentar não lhe amedrontam.
Para a ministra, o episódio demonstra “machismo atrasado” contra mulheres que ocupam altos cargos na política brasileira.
“Gritos não me amedrontam. O episódio, infelizmente, demonstra que o machismo atrasado ainda resiste às mulheres que assumem posições relevantes na política brasileira. Vou continuar a interlocução com o Congresso com diálogo, serenidade e, sobretudo, com transparência”, disse.
A manifestação de Flávia Arruda foi repercutida pelo colunista Lauro Jardim, no site do jornal O Globo, nesse domingo (12), logo após a agressão vir à tona também pelo jornalista.
Mais tarde, o governador Wilson Lima (PSC) prestou solidariedade à ministra nas redes sociais.
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Na última sexta-feira (10), Flávia foi atacada com berros e palavrões pelo senador Eduardo Braga por causa de emendas parlamentares que, segundo ele, o Palácio do Planalto lhe prometera liberar, mas não o fez.
Aos gritos e falando diversos palavrões, a postura de Braga abalou o emocional da ministra, que caiu no choro e não conseguiu terminar o diálogo com o senador.
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Após não conseguir conter a fúria do parlamentar, a ministra passou a ligação para o chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, para tentar amenizar os ânimos do senador.
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