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O pastor Silas Malafaia publicou nesta quinta-feira (25) um vídeo com o título: “Vergonha! O desgraçado que rasga a Constituição” e a foto do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. No discurso, o religioso questiona o inquérito das fake news e conclama a população para manifestações no 7 de Setembro.
Sem citar o nome de Moraes, mas com observações diretas, Malafaia chama o inquérito das fake news de responsabilidade do magistrado de “imoral e ilegal”, além de dizer que a peça não está “no ordenamento jurídico do Brasil”.
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“Esse desgraçado é vítima, delegado, promotor e juiz. Nem na inquisição se viu isso. É uma aberração que mancha o Judiciário brasileiro”, acusa o pastor. Ao citar partes da Constitução Brasileira, ele continua atacando Moraes, ao dizer que ele rasga o conjunto de leis.
“Quem vai parar esse desgraçado?”, pergunta Malafaia. E questiona uma série de instituições que, segundo ele, não fazem nada para impedir os desmandos de Moraes. O pastor cita, entre outros, da Ordem dos Advogados do Brasil, da imprensa, dos outros ministros do STF e do Senado. “A história não vai perdoar esses omissos”, conclui.
Por fim, Malafaia diz que o povo vai dar a resposta durante as manifestações. A mensagem “7 de Setembro todo o povo nas ruas” pisca na tela, convocando seu público. Em todo o vídeo, o pastor também se baseia em passagens bíblicas para corroborar o discurso.
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Veja o vídeo:
Operação contra empresários
Os ataques são feitos dois dias depois de Moraes determinar buscas nas casas de empresários que falaram em golpe pelo WhatsApp. O caso foi revelado pelo colunista Guilherme Amado, do Metrópoles.
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A Polícia Federal (PF) deflagrou operação, na manhã de terça-feira (23), contra o grupo formado por oito empresários. Os alvos foram: Afrânio Barreira Filho, do restaurante Coco Bambu; Ivan Wrobel, da W3 Engenharia; José Isaac Peres, do grupo Multiplan; José Koury, dono do shopping Barra World; Luciano Hang, da rede de lojas Havan; Luiz André Tissot, da Sierra Móveis; Marco Aurélio Raymundo, da Mormaii; e Meyer Joseph Nigri, da Tecnisa.
(*) Com informações do Metrópoles





