Vaquinha virtual TSE (Foto: Reprodução/ TSE/Freepik/Montagem AM1)
Manaus (AM) – Até às 14:58, horário da última atualização, desta terça-feira (21), nove empresas apareciam na lista de autorizadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para captar doações de pessoas físicas e financiar coletivamente campanhas políticas nas municipais eleições de 2024. A modalidade é chamada de “vaquinha virtual ou crowdfunding”.
A primeira cadastrada é a empresa de consultoria “DoarPara”. Criada em 2016, a plataforma justifica a sua atividade como uma “resposta à proibição de doações empresariais em campanhas eleitorais”.
A segunda empresa acessada pela reportagem é a “Elegis”. Os responsáveis defendem que a vaquinha virtual seja uma “ponte direta’ entre candidatos e eleitores.
Já a “Contribua”, empresa especializada em financiamento coletivo desde 2019, além de atuar nas eleições, mantém a plataforma de financiamento coletivo para diversas causas no país.
Da mesma maneira, a “Arrecada Net”, uma plataforma tecnológica destinada à arrecadação de doações para pré-campanhas e campanhas eleitorais, oferece pacotes de serviços para “facilitar a doação” para os candidatos.
Segundo a companhia, a responsabilidade do grupo é “apenas receber os valores pagos pelos visitantes da lista e repassá-los para o donatário, nos termos da legislação aplicável”.
Outra empresa autorizada pelo TSE para captar recursos privados é a “Quero Apoiar”, que atuou em campanhas de políticos como Leo Siqueira (Novo-SP), Paulo Gamine, Dra. Mayra Pinheiro (PL) e Bruno Souza.
Das 9 empresas que tiveram pedido deferido pelo TSE, somente as cinco citadas disponibilizam link de acesso a suas plataformas.
Outras seis companhias aparecem na lista, mas ainda não estão autorizadas pelo Tribunal a realizar a vaquinha virtual.
Reforma eleitoral
O TSE autorizou empresas a prestar serviço de financiamento coletivo desde o último dia 15. A modalidade, utilizada no Brasil pela quarta vez, foi instituída pela reforma eleitoral de 2017. As vaquinhas virtuais foram utilizadas nas eleições de 2018, 2020 e 2022.
Saiba mais sobre a lista de empresas cadastradas até o momento no TSE.
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