Manaus, 7 de julho de 2026
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Manaus, 7 de julho de 2026

Cenário

Justiça do AM aceita queixa-crime movida por Eduardo Alfaia contra vereador Rodrigo Guedes

Na ação, o vereador Eduardo Alfaia alegou crimes de calúnia, injúria e difamação feitos por Rodrigo Guedes. Se condenado, Guedes pode ficar inelegível por 8 anos.

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Eduardo Alfaia (Foto: Divulgação/Assessoria) Rodrigo Guedes (Foto: Divulgação/Kelvin Dinelli)

Manaus (AM) – O vereador Rodrigo Guedes (PP) tornou-se réu na Justiça do Amazonas após o Tribunal aceitar uma queixa-crime apresentada por Eduardo Alfaia (Avante), líder do prefeito David Almeida na Câmara Municipal de Manaus (CMM). A decisão foi publicada na segunda-feira (08/09) e aponta os crimes de calúnia, injúria e difamação, com penas que, somadas, podem ultrapassar quatro anos de reclusão.

A denúncia foi protocolada em 16 de julho deste ano pela Juíza de Direito Bárbara Marinho Nogueira. Conforme o documento, Guedes teria ofendido a honra objetiva e subjetiva de Eduardo Alfaia durante sessão plenária na CMM e também em publicações nas redes sociais. Segundo Alfaia, o colega o acusou publicamente de corrupção e outras condutas ofensivas à sua reputação.

Confira o documento

Em reação à decisão judicial, Rodrigo Guedes se manifestou por meio de suas redes sociais. Em um vídeo publicado no Instagram, ele afirmou estar indignado com a denúncia e declarou que “não vai se calar”.

“Não vai me calar! Não vão me calar e não vou arredar um centímetro em denunciá-los!”, afirmou.

O parlamentar também relatou que havia ingressado com uma ação e participou de uma audiência de conciliação, mas que não houve acordo. Segundo ele, o processo evoluiu a partir disso, levando a Justiça a recebê-lo como réu.

“Ele ingressou com ação, teve audiência de conciliação, onde não aceitei conciliação e ontem a justiça aceitou a queixa-crime e me tornou réu!”, diz um trecho da legenda.

Ainda na publicação, Guedes demonstrou frustração com o impacto político da ação. Ele afirmou que, caso seja condenado, poderá se tornar inelegível por oito anos, o que, em suas palavras, “pode destruir sua vida pública”.

“Se eu for condenado por um colegiado posso me tornar inelegível por 8 anos! Isso vai simplesmente destruir minha vida pública!”, criticou.

Confira a publicação

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