(Fotos: Márcio James/Aleam/Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados Fonte: Agência Câmara de Notícias)
Manaus (AM) – O deputado estadual Delegado Péricles do Partido Liberal (PL) divulgou na quinta-feira (04/12) um vídeo em que acusa o governo do presidente Lula (PT) de repetir “um histórico de corrupção”. Marcelo Ramos reagiu, classificando o parlamentar como “inútil” e sem moral para tratar do tema.
No vídeo publicado nas redes sociais, Péricles alega que “a corrupção no PT é crônica”, citando episódios como mensalão, petrolão e operações da Lava Jato. O parlamentar também menciona supostas irregularidades envolvendo familiares do presidente e acusações relacionadas a fraudes no INSS.
“Até quando vamos suportar que nos roubem? O atual governo repete o histórico dos outros mandatos do PT: roubos, escândalos de desvios milionários, impunidade e corrupção. Quem paga por tudo isso é povo. Não nos surpreende as notícias, com testemunhas, que afirmam que o irmão e o filho de Lula estão envolvidos no grande roubo ao INSS. Tiveram coragem de roubar os idosos, além de os maiores escândalos de roubo do país terem sido durante o governo petista, como mensalão, lava-jato, entre muitos outros. Não podemos deixar que nos vendam a mentira de que tudo isso seja normal. Não vamos aceitar a hipocrisia da esquerda!”, menciona no texto que acompanha a postagem.
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As declarações motivaram a resposta de Marcelo Ramos ao Portal AM1. Para o ex-deputado, Péricles “nunca fez nada pelo povo do Amazonas” e não teria legitimidade para abordar casos de corrupção.
“Que moral tem um capacho do Wilson Lima na Assembleia para falar de corrupção? Esse rapaz calado é um poeta”, disse.
Em outras ocasiões, Marcelo Ramos já havia direcionado críticas a aliados de Jair Bolsonaro, e Delegado Péricles respondeu diretamente, como aconteceu durante a manifestação “Reaja Brasil”, em 07/08, quando Ramos chamou manifestantes que exibiam bandeiras dos Estados Unidos de “imbecil e vira-lata”. Naquele momento, ao Portal AM1 Péricles rebateu afirmando que preferia “a bandeira do país mais democrático do mundo” às de regimes que classificou como ditaduras.
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