(Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)
Manaus (AM) – O senador Plínio Valério (PSDB-AM) afirmou que não considera a eleição de 2026 como a disputa mais difícil de sua trajetória política. Durante entrevista ao programa Em Alta, da rádio Antena 1 Manaus, da rede Onda Digital, na sexta-feira (6), o parlamentar disse que o pleito realmente desafiador foi o de 2018, quando conquistou pela primeira vez uma vaga no Senado.
Ao comentar as expectativas para a campanha de reeleição, o senador afirmou que muitas pessoas consideram a disputa de 2026 a mais difícil, mas discordou dessa avaliação.
Segundo ele, o verdadeiro desafio foi enfrentar nomes consolidados da política amazonense na eleição passada, como Eduardo Braga, Vanessa Grazziotin, Alfredo Nascimento e Hissa Abrahão.
“Difícil foi vereador enfrentar Eduardo Braga, senador, Vanessa, senadora, Alfredo Nascimento, ex-ministro, e Hissa Abrahão. Essa foi difícil. Agora essa não. Eu sei onde estou pisando, eu sei o que fazer”, declarou.
Plínio também afirmou que mantém contato direto com a população e disse não perceber rejeição nas ruas de Manaus. Segundo o senador, ele costuma circular por diferentes pontos da cidade, como o calçadão da Ponta Negra e outras áreas movimentadas.
“Eu ando no caminho no calçadão da Ponta Negra, eu vou na Balsa, eu vou na Panair e sinto o clima. Eu sou o único político que vai andar nessa cidade. Você não encontra outro político andando no calçadão. Não sinto rejeição da população”, afirmou.
Ainda durante a entrevista, o parlamentar disse que nunca foi hostilizado nas ruas e destacou que recebe elogios e pedidos de fotos quando encontra eleitores.
“Jamais alguém botou o dedo na minha cara, jamais alguém me hostilizou. No dia que eu sentir que o povo não me quer, eu caio fora”, declarou.
Plínio Valério foi eleito senador pelo Amazonas nas eleições de 2018, quando recebeu 830.066 votos, o equivalente a 25,49% dos votos válidos, tornando-se o candidato mais votado do estado para o cargo naquele pleito.
Antes de chegar ao Senado, ele atuou na política municipal, sendo vereador de Manaus por dois mandatos antes de assumir o mandato no Congresso Nacional, iniciado em 2019.
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