(Foto: Divulgação / Secom)
Manaus (AM) – A falta de lençóis e de materiais de expediente na Maternidade Estadual Balbina Mestrinho levou o Ministério Público do Amazonas (MPAM) a incluir o abastecimento desses itens em um procedimento que acompanha as condições de funcionamento da unidade. O órgão também verifica o funcionamento da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH).
O acompanhamento é feito pela 54ª Promotoria de Justiça Especializada na Defesa dos Direitos Humanos à Saúde Pública e tem a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) como parte envolvida. O procedimento, de nº 09.2026.00000819-0, foi aberto em 18 de junho de 2026.
No documento, o MPAM cita de forma direta três pontos que devem ser acompanhados na maternidade: falta de lençóis, falta de materiais de expediente e o funcionamento regular da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar.
Embora lençóis e materiais de expediente façam parte de necessidades diferentes dentro de uma unidade hospitalar, a presença dos dois problemas no mesmo procedimento coloca o abastecimento da maternidade entre os pontos acompanhados pela Promotoria de Saúde Pública.
Confira o documento do MPAM:

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