(Fotos: Bruno Spada/Câmara dos Deputados/Rosinei Coutinho/STF e Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Manaus (AM) – O deputado federal Alberto Neto (PL-AM) reagiu à decisão do governo dos Estados Unidos de retirar o nome do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e de sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, da lista de pessoas sancionadas pela Lei Magnitsky.
Nas redes sociais, o parlamentar bolsonarista levantou questionamentos sobre possíveis contrapartidas políticas ou econômicas envolvendo o governo brasileiro e afirmou que Lula pode ter até “entregue” o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, nessa negociação.
Segundo Alberto Neto, o país precisa de explicações imediatas sobre o que teria sido negociado para a retirada das sanções. Ele questionou qual teria sido o “preço do resgate” e sugeriu, em tom crítico, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva possa ter colocado interesses nacionais na mesa de negociação.
“O que o Brasil precisa saber imediatamente? Qual foi o preço do resgate do Alexandre de Moraes? O que Lula entregou de patrimônio nacional nessa negociação?”, afirmou o deputado.
Na sequência, ele questionou se áreas estratégicas, como as terras raras, teriam sido incluídas em eventuais tratativas e citou, de forma especulativa, setores da economia brasileira, como o segmento de carnes.
Alberto Neto também mencionou a política externa brasileira e chegou a insinuar se o governo teria cedido em relação a aliados internacionais, citando o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que enfrenta ofensivas do governo norte-americano.
“Será que o desespero foi tão grande que Lula entregou até o companheiro Maduro para livrar a cara do ministro?”, declarou.
Além disso, o deputado cobrou investigações sobre contratos que, segundo ele, somariam R$ 130 milhões envolvendo o escritório da esposa do ministro Alexandre de Moraes. Ele defendeu apuração rigorosa e afirmou que a população deve se mobilizar.
“A nossa verdadeira Lei Magnitsky tem data marcada: outubro de 2026. Estou cobrando respostas. O povo brasileiro precisa se unir para defender a soberania do país”, concluiu Alberto Neto.
LEIA MAIS:





