Polo industrial de Manaus (Foto: Agência Brasil)
Manaus (AM) – Por não ter demandas atendidas a respeito das vantagens comparativas da Zona Franca de Manaus (ZFM), a bancada federal do Amazonas se posicionou em peso contra a aprovação, nessa quarta-feira (10), do texto-base (Projeto de Lei Complementar 68/24) que regulamenta a reforma tributária no Brasil.
O texto, de relatoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), sofreu várias mudanças em relação ao projeto original, de autoria do Poder Executivo. Ainda assim, deixou de fora ajustes de extrema importância para o modelo econômico de Manaus, que gera ao menos 500 mil empregos diretos e indiretos.
Entre os parlamentares que compõem a bancada do Amazonas em Brasília, como Amom Mandel (Cidadania); Adail Filho (Republicanos); Saullo Viana (União); Átila Lins (PSD); Silas Câmara (Republicanos); Sidney Leite (PSD) e Capitão Alberto Neto (PL), a maioria demonstrou insatisfação com a aprovação.
Dos 7 deputados federais, apenas Silas Câmara, que teve demanda de não tributação de igrejas atendida, votou a favor do projeto.
Dois pontos que ficaram de fora das alterações no texto e fizeram a bancada se posicionar contra incluem a vantagem comparativa de IPI e o crédito presumido.
A expectativa de políticos amazonenses é de que a proposta, que segue para o Senado, ao ser apreciada na Casa, atenda aos pontos relacionados à ZFM que não foram atendidos.
LEIA MAIS:





