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Bolsonaro diz que não vai congelar os preços dos combustíveis: ‘não tenho poder sobre a Petrobras’

A Petrobras anunciou, na sexta-feira (8), um reajuste de 7,2% no preço da gasolina e do gás de cozinha
Da Redação – Portal AM1*
• Publicado em 09 de outubro de 2021 – 16:22
Bolsonaro afirma que Brasil pode ter crise de abastecimento de alimentos
Foto: Marcos Corrêa /PR

SÃO PAULO- Em evento em Campinas (SP), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que não vai congelar preços de combustíveis “na canetada”. Os valores cobrados nas bombas dos postos pressionaram a inflação, que atingiu 1,16% em setembro, maior alta para o mês desde o Plano Real. Neste sábado (9/10), a gasolina terá novo aumento.

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula altas de 6,9% no ano e de 10,25% nos últimos 12 meses. Sobre o reajuste geral de preços, o mandatário disse que “ninguém faz isso porque quer”.

“Reclamam no Brasil do aumento de preço de mantimentos, de combustível. Ninguém faz isso porque quer. Eu não tenho poder sobre a Petrobras. Eu não vou na canetada congelar o preço do combustível. Muitos querem. Nós já tivemos uma experiência de congelamento no passado”, disse Bolsonaro, em discurso na 1ª Feira Brasileira do Nióbio, na sexta-feira (8/10).

Leia também: Lula diz que preço dos combustíveis prova incompetência de Bolsonaro: ‘é um garganta’

A Petrobras anunciou, na sexta-feira (8/10), um reajuste de 7,2% no preço da gasolina e do gás de cozinha, que passa a valer a partir deste sábado (9/10). No acumulado do ano, a alta no preço do litro da gasolina na refinaria chega a 62%. No gás, o aumento alcança 48%.

Desabastecimento

O chefe do Executivo federal também voltou a falar na possibilidade de desabastecimento em função da crise de fertilizantes e disse que já começam a faltar mantimentos em vários países.

“Mantimentos em vários países, entre eles o Reino Unido, já começam a faltar. Desabastecimento, que é pior do que a inflação”, pontuou.

Na quinta-feira (7/10), o presidente afirmou que prevê “problemas de abastecimento” em 2022, em razão da queda na produção de fertilizantes pela China.

*Com informações da Metrópoles

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