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Caso Kimberly: acusado de matar ex-miss Manicoré vai a júri popular nesta quarta

Kimberly Karen Mota foi morta em 11 de maio de 2020; seu assassino confesso, Rafael Fernandez, será julgado nesta quarta-feira
DA REDAÇÃO – PORTAL AM1
• Publicado em 26 de outubro de 2021 – 20:56
Caso Kimberly
Foto: Reprodução

MANAUS, AM – Quase um ano e meio após o brutal assassinato da ex-miss Manicoré, Kimberly Mota, o principal acusado de matar a modelo, Rafael Fernandez Rodrigues, vai a júri popular nesta quarta-feira (27). O julgamento vai ser conduzido pela juíza Ana Paula de Medeiros Braga Bússulo, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).

Rafael é acusado de homicídio qualificado cometido contra Kimberly no dia 11 de maio de 2020. Na ocasião, ele estava com a modelo em seu apartamento, na avenida Joaquim Nabuco, Centro de Manaus, quando viu notificações de mensagens no telefone da miss. Ao ser questionada, Kimberly respondeu que não tinha interesse de reatar o relacionamento com Rafael, terminado dias antes do crime.

O servidor, então, foi à cozinha e escondeu uma faca na cintura, e logo em seguida, atacou Kimberly no apartamento, matando-a com três facadas, sendo duas no pescoço e uma no tórax. Câmeras de segurança filmaram o momento em que Rafael deixou o prédio em seu carro, um HB20 branco, por volta das 1h35 da madrugada.

Rafael fugiu, mas foi detido em Pacaraima (RR), na fronteira com a Venezuela, após denúncias anônimas. O servidor público teria tentado entrar no país, mas foi barrado pela Alfândega venezuelana. Em Boa Vista (RR), durante depoimento, Rafael confessou que matou Kimberly enquanto ela dormia, motivado por ciúmes.

A previsão é que, no júri popular desta quarta-feira, a mãe de Kimberly, Neyla Pinheiro Mota, também preste depoimento. Ela está em Manaus para tratamentos médicos, e a oitiva foi pedida pelo Ministério Público do Amazonas (MP-AM). Na última segunda-feira (25), a juíza Ana Paula Bússulo deu ordem ao Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV) para fazer exames médicos e psicológicos em Neyla Mota, com o objetivo de saber se a mãe da ex-miss Manicoré teria condições de depor no Tribunal do Júri.

Formalmente, Rafael é acusado pelo Ministério Público do Amazonas (MP-AM) de homicídio qualificado por motivo torpe, recurso que tornou impossível a defesa da vítima e feminicídio. Ele será defendido pelos advogados Josemar Berçot, Josemar Berçot Júnior, Eguinaldo Gonçalves de Moura e Camila Alencar de Brito.

(*) Com informações da assessoria.

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