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Com projeção de inflação em 8%, Brasil ‘está no jogo’, diz Guedes

Índice está projetado para 7% em 2021, e 8% em 2022; mesmo assim, ministro afirmou que o Brasil está no jogo internacional
Da Redação – Portal AM1*
• Publicado em 24 de agosto de 2021 – 08:03
Inflação
Foto: Agência Brasil

BRASÍLIA, DF – Mesmo com as estimativas de que o índice oficial da inflação deve superar os 7% ainda em 2021, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que não há descontrole da inflação no país. A afirmação foi feita nesta segunda-feira (23).

Durante um evento com empresas do varejo, o ministro afirmou que “quando a inflação sobe um pouco”, diz-se que os preços estão subindo de forma descontrolada. “Não há descontrole. A inflação está subindo no mundo inteiro”.

Segundo Guedes, a inflação nos Estados Unidos deve ficar na casa dos 7%. “Se a nossa estiver entre 7% ou 8%, estamos dentro do jogo”, afirmou.

Leia mais: Projeção da inflação sobe para 7,11% e ultrapassa meta para 2021

O ministro ainda disse que o Banco Central deve atuar para o enfrentamento da inflação. Segundo ele, há uma disputa política no país, mas na área econômica, há avanços.

“É verdade que tem mais inflação, mas também tem mais crescimento, então tem mais arrecadação e menos déficit, porque nós estamos controlando as despesas. Então não vamos cair na tentação de transformar essa politização, antecipando as eleições, num diagnóstico de que o Brasil tem um colapso econômico, porque não é verdade”, afirmou o ministro.

Precatórios

Paulo Guedes também voltou a chamar o aumento das despesas com as dívidas reconhecidas na Justiça (os precatórios) de “meteoro”. Segundo ele, a proposta de parcelar o pagamento das dívidas não é nova, e que estados e municípios já podem fazer isso. O governo enviou uma proposta de emenda à Constituição pedindo o parcelamento já em 2022.

“Ou eu violo o teto, ou eu parcelo precatório, ou eu faço um pouco dos dois, mas na verdade eu preciso de uma PEC que nos ajude a transitar por esse problema. É um problema de equacionamento relativamente simples”, declarou.

Otimismo

O ministro ainda afirmou que o Senado deve se alinhar à pauta econômica do governo. Segundo ele, tanto a Câmara como o presidente Bolsonaro (sem partido) apoiam as reformas econômicas.

“O Senado também tem um papel decisivo nessas reformas, mas está cumprindo outra agenda, que é a da Covid, a da CPI. Em algum momento, vai se engajar nessa agenda das reformas. Tenho certeza que o Senado virá conosco”, afirmou o ministro da Economia.

(*) Com informações da Folha de S.Paulo.

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