Manaus, 6 de julho de 2026
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Manaus, 6 de julho de 2026

Cenário

Coronel Menezes detona PL Amazonas: ‘é partido, não é grupo político’

O presidente municipal do PP questiona coerência ideológica da sigla no estado, critica liderança local e afirma que a direita é maior do que o PL.

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(Foto: Divulgação/Asscom/PL-AM)

Manaus (AM) – Coronel Menezes, presidente municipal do PP, fez duras críticas ao PL no Amazonas, partido do ex-presidente Bolsonaro. Hoje, a sigla é comandada no Amazonas por Alfredo Nascimento, ex-ministro dos Transportes nos governos Lula e Dilma.

“O PL não é grupo político. Grupo político se constrói ao longo do tempo”, disparou o ex-superintendente da Suframa, Coronel Menezes, durante entrevista ao Programa Cenário Político, do Portal AM1.

Ele questiona a coerência ideológica da sigla no estado.

“Você tem como presidente alguém que passou a vida pública na esquerda. Não preciso falar mais nada.”

‘Direita é maior que o PL’

Menezes sustenta que a direita não se resume ao PL.

Citou Tarcísio, Damares e Marcel Van Hattem como exemplos de lideranças fora da sigla.

“A direita é muito maior do que o próprio PL.”

A fala expõe racha interno e disputa por protagonismo no campo conservador.

Menezes acusa alas do PL de ‘pequenez’

O coronel elevou o tom ao falar do tratamento dado à deputada estadual Débora Menezes dentro do partido.

“Ela é a única deputada literalmente de direita na Assembleia.”

Segundo ele, há exclusão e ciúme político.

“Isso é pequenez de gente pequena, que não tem maturidade política.”

Defesa aberta para comando do PL

Para Menezes, Débora está apta para assumir o comando da sigla:

“Hoje a Débora seria um excelente nome para assumir o comando do PL.”

Ele atribui as críticas internas a medo.

“Eles têm medo de conteúdo que a gente tem e eles não têm.”

O discurso expõe guerra interna e disputa de narrativa no partido.

Menezes chama críticos de ‘imbecis’

O presidente municipal do PP elogiou a caminhada liderada por Nicolas Ferreira e criticou quem tentou desqualificar o ato.

“O Nikolas teve uma ideia genial. Não deu palanque para ninguém.”

Ele afirma que participou do início ao fim e atacou críticos internos.

“Alguns imbecis se incomodaram. A esquerda não se incomodou comigo.”

O coronel reforçou alinhamento com o discurso nacional bolsonarista.

“Deus, Pátria, Família, Liberdade e Prosperidade.”

Ele defende candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro e diz que o foco agora é federal.

“Eu quero defender o Amazonas no Congresso: Zona Franca, BR-319, combate ao narcotráfico e segurança.”

Assista à entrevista na íntegra:

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