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Em meio à derrota do irmão na Justiça, Mayara Pinheiro se diz vítima de perseguição

Em agosto, Mayara foi acusada, por Raione Cabral, de ser investigada pelo MP; órgão teria feito uma busca e apreensão no gabinete da deputada
Beatriz Araújo – Portal Amazonas1
• Publicado em 08 de outubro de 2021 – 09:00
Foto: Divulgação/Aleam

MANAUS (AM) – Ao retornar da licença maternidade para a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), a deputada Mayara Pinheiro (PP) usou a tribuna para ser defender dos ataques feitos pelo radialista Raione Cabral Queiroz, um dos principais opositores políticos da Família Pinheiro, no município de Coari.

Nesta quinta, a Justiça derrubou o sonho de Adail Filho de voltar à prefeitura, e mandou que se faça outra eleição na cidade dominada pela família Pinheiro, apesar de tantas acusações e de condenações ao longo dos anos.

Leia mais: TSE confirma cassação de Adail Filho e manda realizar novas eleições em Coari

Em agosto, Mayara acionou a Justiça Amazonense contra Raione Cabral. Na denúncia, a deputada citou que o radialista divulgou fake news ao publicar que o gabinete da parlamentar, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), teria sido alvo de busca e apreensão, cuja iniciativa teria partido do Ministério Público do Amazonas (MPAM).

Nesta quinta-feira (7), Mayara discursou para os colegas de parlamento sobre os ‘duros ataques’ que sofreu durante o período de licença maternidade. E considerou os autores dos ataques como ‘banda podre’.

“Durante os meses que estive licenciada eu fui cruelmente atacada e realmente perseguida e eu quero deixar claro que eu sou apenas um obstáculo, tudo isso ocorreu com o intuito de conquistar aquela prefeitura. No mundo político existe o que eu chamo de banda podre, são pessoas que não sabem conquistar o carisma da população pelo trato e tentam chegar ao poder espalhando fake news e sujando a imagem de seus oponentes”, declarou

Na mesma denúncia movida por Mayara contra o radialista, a defesa da parlamentar destacou uma postagem em que sua cliente entende ter sido chamada de “quenga” pelo radialista que usou a expressão “queima, quengaral”, acima de um texto publicado na rede social.

Leia mais: Coari: Mayara Pinheiro pede R$ 40 mil de radialista por ofensas

“Conforme consta na postagem ao norte, o representado colocou os dizeres “queima, quengaral”. Ou seja, não conformado em injuriar e difamar a representante, através de postagem com conteúdo inverídico, o representado ainda chamou a vítima de “quenga”, expressão comumente usada no norte e nordeste do país para identificar mulher que faz sexo em troca de dinheiro, ou seja, prostituta”, argumentou.

Na tribuna, Mayara afirmou que não cometeu nenhum ato ilícito no cargo de deputada estadual e que confia na Justiça para investigar as denúncias e noticiar a verdade para a população.

“Sou médica, mãe e represento as pessoas que votaram em mim e a população do Amazonas. Não houve qualquer licitude cometida por mim no tempo que estive reprendendo a população. Eu confio no crivo da Justiça do meu estado que tende a investigar sem preconceito com a classe política. Eu acredito no tempo de Deus, sei que tudo será resolvido e a população terá a verdade que merece”, declarou a deputada.

Acúmulo de cargos

No mesmo mês, o Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) suspendeu os pagamentos dos salários do médico oftalmologista Luiz Reis Barbosa Júnior (CRM 7449-AM), que é marido da deputada estadual Mayara Pinheiro.

Segundo o Tribunal, o marido de Mayara Pinheiro ocupava cargos em dois postos da cidade, com carga semanal, que somam 60 horas. A denúncia detalha que desde 2018, Luiz Reis atendia na Policlínica Dr. Roque Juan Delloso (CNES 6915221) com carga horária semanal de 20 horas. Um ano depois, ele assumiu outro cargo no Centro Especializado em Reabilitação, com carga horária semanal de 40 horas.

“Desse modo, para que a respectiva carga horária fosse cumprida na sua integralidade, Luiz Reis deveria atuar em regime de plantão diário com, no mínimo, 12 (doze) horas seguidas de serviço, de segunda a sexta-feira, ininterruptamente”, diz trecho da peça.

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