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Omar processa Eduardo Bolsonaro por danos morais e pede R$ 44 mil

Omar diz que foi chamado de pedófilo e pede além do valor, que as postagens nas redes sociais de Eduardo Bolsonaro sejam retiradas do ar
Edilânea Souza – Portal AM1*
• Publicado em 12 de agosto de 2021 – 15:37
Omar processa Eduardo Bolsonaro por danos morais e pede R$ 44 mil
Foto: Agências Senado / Brasil

MANAUS, AM – O senador Omar Aziz (PSD) acionou a Justiça do Amazonas contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Na alegação, Aziz pede indenização por dano material no valor de R$ 44.400,00.

De acordo com a petição, Omar Aziz decidiu processar Eduardo devido a uma publicação feita no Twitter, no último dia 4 de agosto, em que o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), associa o senador ao crime de pedofilia.

“Pelo raciocínio de Omar Aziz, se a deputada alemã @Beatrix_vStorch é nazista por conta de seu avô, então os netos de Omar seriam pedófilos? *Abaixo: vídeo da deputada cobrando no Parlamento Europeu que a UE se aproxime de Israel e defenda os judeus contra terroristas do Hezbollah”, escreveu Eduardo Bolsonaro na ocasião.

Leia mais: Omar Aziz aciona Justiça contra Menezes e pede mais de R$ 44 mil por danos morais

Nos autos, a defesa de Omar alega que o senador foi ofendido pelo filho do presidente. “Nada mais grosseiro e chulo a insinuação de que o abominável crime de pedofilia seja uma doença congênita transmissível por gerações até chegar nos netos do requerente. Uma fala de extremo mal gosto que demonstra o nível do debate político do requerido.”

No processo, é pedido ainda retratação e que sejam retiradas todas as publicações que Eduardo Bolsonaro relata que o senador Omar Aziz é pedófilo. “

“Seja deferida a tutela provisória de urgência, a fim de que ordene o requerido a retirar as postagens destacadas, para que cessem os danos causados à imagem do requerente, sob pena de pagamento de multa astreints e a publicação às custas do requerido, na mesma página onde foram publicados os posts questionados, de um pedido formal de retratação, bem como a publicação da sentença condenatória de danos morais a ser proferida por Vossa Excelência.”

Leia mais: Ricardo Barros reclama de ‘linchamento moral’ na CPI da Covid

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