Justiça apontou candidaturas femininas fictícias usadas para burlar a legislação eleitoral.
Tribunal rejeitou recurso da CMM e manteve liminar que suspende novo certame.
Tribunal de Justiça do Amazonas revogou a prisão preventiva e determinou monitoramento eletrônico.
Dados do SAPL mostram acúmulo de matérias em fase de análise na Câmara de Manaus.