(Foto: Divulgação)
Manaus (AM) – Uma denúncia anônima feita no dia 9 de setembro de 2021 levou à abertura de uma investigação sobre possíveis irregularidades na contratação de médicos no Hospital Geral do Município de Benjamin Constant.
A suspeita é de que profissionais estariam trabalhando sem registro no Conselho Regional de Medicina (CRM).
O caso virou o processo no Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), após ser encaminhado pela Secretaria de Controle Externo (SECEX).

A denúncia envolve a Prefeitura de Benjamin Constant e o então prefeito David Nunes Bemerguy.
Segundo a investigação, o sr. Renato Luiz Paiva da Silva teria atuado como médico sem estar regularizado no Conselho Regional de Medicina (CRM), o que é proibido por lei.
A situação é considerada grave, pois pode colocar em risco a saúde da população e também gerar punições para os responsáveis pela contratação.
Além disso, o Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) também apura outros possíveis problemas, como gastos com passagens aéreas, despesas com aluguel de veículos e a dispensa de licitação, que trata do aluguel de um imóvel para o funcionamento da Secretaria Municipal de Educação.
Todos esses pontos estão sendo analisados para saber se houve uso correto do dinheiro público.
Atualmente, o processo está sendo analisado pelo conselheiro Júlio Assis Corrêa Pinheiro, que vai decidir quais serão os próximos encaminhamentos. Se as irregularidades forem confirmadas, os responsáveis podem sofrer multas, ter que devolver dinheiro aos cofres públicos e até responder na Justiça.
A atuação de médicos sem registro é considerada muito grave, pois pode colocar a vida das pessoas em risco. Por isso, o caso está sendo acompanhado pelos órgãos de fiscalização.
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