Manaus, 29 de maio de 2024
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Cenário

Wilker quer ser prefeito, mas não tem apoio do Cidadania e decide sair da sigla

O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) deu cinco dias para o partido Cidadania se manifestar sobre o pedido de desfiliação sem que Wilker Barreto perca a cadeira na Aleam.

Wilker quer ser prefeito, mas não tem apoio do Cidadania e decide sair da sigla

(Foto: Aleam/Divulgação)

Manaus (AM) – O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) deu cinco dias para o partido Cidadania se manifestar sobre o pedido de desfiliação de Wilker Barreto (Cidadania) sem que o parlamentar perca o mandato de deputado estadual.

Conforme o documento publicado nesta terça-feira (6), no Diário Oficial do TRE-AM, o pedido de Wilker se dá após a Resolução Orgânica n° 016/2023, que a análise dos pedidos de desfiliação competiria à Comissão Executiva Nacional da agremiação, no caso dos deputados federais, estaduais e distritais.

Wilker alegou que, no decorrer da reunião, houve a determinação de liberação de sua permanência nos quadros da agremiação, em razão de ter verificada a existência de incompatibilidades políticas com o partido.

“Houve a emissão de Carta de Anuência para desfiliação, subscrita pelo Presidente Nacional do Partido Cidadania e pelo seu Secretário-Geral. Sustenta, assim, existir justa causa para sua desfiliação do Partido Cidadania/AM”, diz o documento.

Disputa interna

No início de janeiro, após o colega de partido deputado federal Amom Mandel sinalizar que não iria concorrer para prefeito de Manaus, Wilker se colocou à disposição do partido para brigar pela cadeira comandada, atualmente, por David Almeida (Avante).

“Quero oficialmente colocar o meu nome à disposição do meu partido, o Cidadania, como pré-candidato a prefeito de Manaus em 2024. O partido tinha preferência pelo Amom, e eu respeitava isso”, disse Wilker à época.

Tudo mudou após Amom voltar a se movimentar nos bastidores como possível candidato a prefeito, ao visitar o colega de partido Ricardo Nicolau.

Wilker deixou o Podemos, em dezembro de 2021, devido ao alinhamento do partido com o governador Wilson Lima, que na época, era do PSC e o deputado fazia oposição ao governo.

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