Presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco - Foto: (Saulo Cruz/Agência Senado)
Brasília (DF) – O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deixou o orçamento da União de 2025 para fevereiro, durante o retorno do recesso parlamentar.
“Ficou pendente a apreciação deste parecer. Não foi possível fazer a sessão do Congresso. É natural que o relator e os membros da comissão tenham esse tempo. Isso aconteceu outras vezes,” disse o presidente em coletiva.
O senador afirmou que a data de votação do projeto será de responsabilidade da próxima gestão da Câmara e do Senado Federal. O deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB) e o senador Davi Alcolumbre (União-AP) são os parlamentares cotados para assumir as cadeiras em 2025.
O relator do texto, senador Angelo Coronel (PSB-BA), afirmou nessa quinta-feira (19) que a análise e votação do texto ficariam para o próximo ano.
“Apreciar a peça mais importante do parlamento merece cuidado e tempo, por isso nosso relatório ficará para apreciação na comissão mista e no Congresso Nacional após o recesso parlamentar,” pontuou em nota Coronel.
Segundo o senador, a ideia não é atrasar, mas garantir um texto que mostre as prioridades nacionais.
Esforço concentrado
Nas últimas duas semanas, o Congresso Nacional atuou em regime de esforço concentrado para aprovar as propostas ligadas ao pacote de corte de gastos encaminhado pelo governo federal.
Câmara e Senado atuaram para aprovação de dois projetos de lei, o primeiro trata da concessão de benefícios sociais, como o BPC, e a limitação do aumento do salário mínimo, e o segundo está ligado ao arcabouço fiscal e à mudança nos benefícios tributários.
Nesta sexta-feira (20), o Congresso Nacional promulgou a PEC que une os projetos do corte fiscal do governo de Lula.
Veja posicionamento de Pacheco:
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