(Foto: Reprodução/Redes Sociais Maria do Carmo (@mariadocarmoseffair)
Manaus (AM) – Em vídeo divulgado nas redes sociais, a pré-candidata ao governo do Amazonas, Maria do Carmo (PL), combina críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), menções a supostos casos de censura e referências a regimes comunistas. Com isso, ela defende a ideia de que o Brasil enfrenta uma “escalada perigosa para o autoritarismo”.
No discurso, Maria do Carmo alterna entre uma alerta sobre a situação institucional com comparações históricas envolvendo figuras como Stalin e Mao Tsé-Tung. Essas referências buscam demonstrar um cenário de retrocesso democrático no país.
“Não podemos permitir que o Brasil vire uma Venezuela. Nossa bandeira nunca será vermelha”, escreveu na legenda da publicação.
Durante o vídeo, a pré-candidata afirma que há perseguição política e censura no país. Apesar de não apresentar provas concretas, ela associa decisões judiciais e ações de moderação de conteúdo em redes sociais a uma suposta violação da liberdade de expressão.
Além disso, Maria do Carmo faz ataques diretos ao que chama de “praga do comunismo”. Ela classifica os regimes comunistas como responsáveis por perseguições, opressão e mortes, sem distinguir contextos históricos, culturais ou geopolíticos.
“Eles pregam a igualdade, mas, na verdade, agem com autoritarismo, oprimindo, perseguindo e matando seus opositores. Alguns dos governos mais perversos que já existiram foram comunistas. Mao Tse Tung, Stalin: um legado de injustiças, medo e terror. A história é prova viva de todo o mal que o comunismo fez ao mundo. É isso que você quer que aconteça com o Brasil? Eu tenho certeza de que não”, provocou nas redes sociais a pré-candidata ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo.
Essa estratégia retórica não é inédita. Diversas lideranças conservadoras e da direita têm usado essa combinação de denúncia institucional e combate ideológico para aumentar a sensação de instabilidade política.
Por fim, Maria do Carmo encerra seu discurso com um apelo à união dos brasileiros “pela liberdade”, reforçando que “não existe democracia sem liberdade”.
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