Manaus, 6 de julho de 2026
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Cenário

Vereador de Manaus manifesta apoio a pastor Silas Malafaia

Silas Malafaia, aliado próximo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi alvo de operação da Polícia Federal nesta quarta-feira (20).

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(Foto: Divulgação/Assessoria de Comunicação do vereador & Saulo Cruz/Agência Senado)

Manaus (AM) – O vereador da Câmara Municipal de Manaus, Eduardo Alfaia (Avante), líder do prefeito na Casa e pastor da Assembleia de Deus no Amazonas, utilizou suas redes sociais para prestar “solidariedade” ao pastor Silas Malafaia.

Na publicação, Alfaia classificou Malafaia como uma “voz firme e corajosa na defesa da fé, da família e dos valores que sustentam a nossa nação”. Ele acrescentou: “Sua trajetória é marcada pela verdade e pela coragem de se posicionar, mesmo diante das maiores adversidades”.

Críticas à perseguição política

Em outra postagem, o vereador repudiou o que chamou de perseguição política, atentado à liberdade religiosa e censura de discurso. “Que a justiça prevaleça e que a democracia siga firme, com as garantias fundamentais sendo plenamente resguardadas em nosso país”, afirmou.

Silas Malafaia, aliado próximo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi alvo de operação da Polícia Federal nesta quarta-feira (20). Ele foi abordado por agentes no aeroporto do Galeão (RJ), logo após retornar de Lisboa (Portugal), e conduzido para prestar depoimento nas dependências da PF.

A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, no âmbito do inquérito que investiga suposta tentativa de obstrução do julgamento de Bolsonaro, acusado de tentar um golpe de Estado em 2022.

Medidas cautelares impostas a Malafaia

No despacho, Moraes determinou a apreensão do celular do pastor e estabeleceu medidas cautelares: Malafaia não poderá deixar o país nem manter contato com outros investigados, incluindo Jair Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Segundo a decisão, Malafaia teria atuado em conjunto com ambos para divulgar “narrativas inverídicas” e coordenar ações voltadas a dificultar a atuação de ministros do STF.

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