(Foto: Reprodução)
Manaus (AM) – O advogado Marcos Aurélio Choy, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Amazonas (OAB-AM), criticou a politização em torno da disputa da vaga do quinto constitucional de desembargador do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). A cadeira foi aberta com a aposentadoria do desembargador Domingos Chalub.
Debate vai além de candidaturas
Choy afirmou que a antecipação das discussões ocorreu antes mesmo da abertura oficial do processo, o que, segundo ele, refletiu a necessidade de muitos profissionais da advocacia se tornarem conhecidos.
“Não se trata apenas de disputar uma cadeira, mas de garantir que a advocacia de verdade esteja representada. Nossa preocupação é que quem assuma a vaga conheça a vivência diária dos advogados e possa, de fato, representá-los nos próximos anos”, disse.
Contra a politização
O advogado ressaltou que o processo pertence internamente à advocacia e não deve ser usado como palanque político.
“Vejo muitos atores tentando politizar essa escolha, como se fosse uma disputa entre governo e prefeitura, mas não tem relação alguma com isso. O que importa é qual advocacia queremos ver representada no tribunal”, destacou.
Nome à disposição
Choy lembrou que sempre colocou seu nome à disposição da advocacia, seja como presidente da OAB-AM ou em outros processos de representação institucional. Ele indicou que deve participar novamente da disputa pela vaga no TJAM.
“Meu nome sempre é lembrado quando se fala em representatividade da advocacia. Assim que abrirem as inscrições, devo me colocar à disposição, assim como outros valorosos colegas que exercem a advocacia de verdade. Quanto mais candidatos tivermos, melhor será o debate sobre esse tema”, concluiu.
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