(Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE)
Com a virada do ano, as articulações políticas para as Eleições Gerais de 2026 já estão em pleno andamento. Pensando nisso, o Portal AM1 realizou um levantamento sobre quais ocupantes de cargos públicos precisam se desincompatibilizar de suas funções para disputar o próximo pleito.
O levantamento foi feito com base no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), especificamente na aba de desincompatibilização e afastamentos. De acordo com o órgão, os prazos exigidos para afastamento dos cargos públicos estão fundamentados em legislações eleitorais e em decisões já consolidadas da própria Corte Eleitoral.
O TSE ressalta que as informações disponíveis são baseadas em decisões anteriores e podem sofrer alterações no futuro. Por isso, é fundamental que os interessados consultem diretamente as normas e decisões citadas para evitar interpretações equivocadas.
Cenário político no Amazonas
No contexto político do Amazonas, o atual governador Wilson Lima (União Brasil) está em seu segundo mandato e, portanto, não pode concorrer à reeleição ao Executivo estadual. Diante disso, especulações indicam que um dos caminhos possíveis para o governador em 2026 seria a disputa por uma vaga no Senado Federal ou na Câmara dos Deputados.
Em ambas as hipóteses, Wilson Lima precisaria se desincompatibilizar do cargo de governador seis meses antes das eleições, conforme determina a legislação eleitoral tanto para candidaturas ao Senado quanto à Câmara Federal.
Por outro lado, os senadores Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB), que podem disputar a reeleição, não precisam se afastar de seus mandatos para concorrer novamente, já que a legislação não exige desincompatibilização nesses casos.
Já no cenário municipal, caso o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), decida disputar o cargo de governador do Amazonas em 2026, ele também deverá se afastar da Prefeitura seis meses antes do pleito, conforme previsto nas regras eleitorais.
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