Manaus, 7 de julho de 2026
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Cenário

Problemas com saúde, educação e meio ambiente levam MP a convocar audiência pública em Iranduba

Encontro promovido pelo Ministério Público do Estado do Amazonas será no dia 11 de março e vai reunir autoridades e moradores para o debate.

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(Foto: Tiago Corrêa /UGPE e Lucas Oliveira /Prefeitura de Iranduba)

Manaus (AM) – O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) vai realizar uma audiência pública no dia 11 de março de 2026, em Iranduba, para discutir problemas relacionados ao transporte escolar, resíduos sólidos e à estrutura do Hospital Hilda Freire. O encontro será aberto à população e acontecerá a partir das 9h, na Quadra Poliesportiva Josué Araújo de Almeida.

A iniciativa é das 1ª e 2ª Promotorias de Justiça da comarca de Iranduba, conduzidas pelos promotores Gerson de Castro Coelho e Leonardo Abinader Nobre. O objetivo é reunir autoridades e moradores para debater questões ligadas às áreas de educação, saúde, meio ambiente, infância e juventude no município.

Entre os principais pontos que serão discutidos estão a destinação dos resíduos sólidos, melhorias na estrutura e no funcionamento do Hospital Hilda Freire, o transporte escolar e a presença de monitores nas rotas da educação infantil. Segundo o edital, as contribuições da população irão ajudar a fundamentar a atuação do Ministério Público nos procedimentos administrativos e inquéritos civis em andamento.

A audiência será dividida em duas partes. Na primeira, autoridades convidadas terão até 15 minutos para apresentar informações e esclarecimentos, com possibilidade de prorrogação. Na segunda etapa, a palavra será aberta aos cidadãos inscritos, respeitando o tempo limite definido pela mesa.

Os interessados em se manifestar devem preencher a ficha de inscrição e enviá-la até o dia 10 de março de 2026 para os e-mails institucionais das Promotorias de Justiça de Iranduba. Também será possível entregar documentos ou pedidos por escrito no dia do evento. Quem preferir poderá substituir a fala por uma manifestação escrita, que será lida durante a audiência.

A ata do encontro será elaborada em até cinco dias após a realização e encaminhada à Procuradoria-Geral de Justiça para publicação no site do MPAM e afixação na sede da Promotoria. As manifestações apresentadas terão caráter consultivo, ou seja, servirão de subsídio para a atuação do órgão, mas não terão efeito vinculante.

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