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Advogado de ‘Mano G’ falta em audiência e julgamento é adiado para março de 2022

Além dele, também estão no banco dos réus Marcos Paulo da Cruz e Francisco Álvaro Pereira, acusados de envolvimento no massacre do Compaj, em 2002
Da redação- Portal AM1*
• Publicado em 22 de novembro de 2021 – 16:11
Advogado de 'Mano G' falta em audiência e julgamento é adiado para março de 2022
Foto: Divulgação

MANAUS, AM – Apontado como líder do Comando Vermelho no Amazonas, Gelson Lima Carnaúba vulgo “Mano G” teve o julgamento adiado para março de 2022. O adiamento ocorreu porque o advogado de Carnaúba, Ércio Quaresma Firpe, não compareceu à sessão marcada para esta segunda-feira (22).

Além dele, também estão no banco dos réus Marcos Paulo da Cruz e Francisco Álvaro Pereira, acusados de envolvimento no massacre que aconteceu no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), no ano de 2002, quando 12 detentos e um agente penitenciário foram mortos.

Agora, a previsão é de que o julgamento ocorra nos dias 28 e 29 de março do ano que vem.

Como o advogado de Carnaúba não compareceu à sessão do júri, o juiz Anésio Rocha Pinheiro aplicou uma multa no valor de 100 salários-mínimos ao profissional e também comunicou à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) o abandono do acusado por parte da defesa.

Ércio Quaresma chegou a pedir o subestabelecimento do advogado Cândido Honório Neto – que é um ato jurídico pelo qual o procurador transfere ao substabelecido os poderes que lhe foram conferidos pelo mandante. Contudo, Cândido Neto não aceitou, alegando falta de tempo para se inteirar do processo que contém mais de 7 mil páginas.

Leia mais: 19 anos depois, começa na próxima semana julgamento de acusados por chacina no Compaj

Julgamento anterior

Os réus já tiveram um julgamento, realizado em abril de 2011, no qual foram condenados a mais de 100 anos cada um, que acabou sendo anulado pela 2.ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) e também pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por quebra da incomunicabilidade dos jurados.

Após essa decisão judicial, a Justiça tentou realizar o júri outras quatro vezes, já contando com a sessão desta segunda-feira: em 2018, tendo sido adiado a pedido das partes; no ano de 2020, cancelado devido à situação de pandemia de covid-19.

No início deste mês de novembro, mas não havia disponibilidade de data para o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) – uma vez que dois dos réus encontram-se presos em unidades prisionais federais e participariam do julgamento por videoconferência; e neste dia 22 de novembro, adiado.

(*) Com informações da assessoria

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