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CPI: Queiroga tem 48 horas para explicar vacinação contra Covid em 2022

CPI quer saber quais as medidas que o Ministério da Saúde está tomando sobre a vacinação contra a covid-19 no Brasil em 2021 e 2022
Lucas Rodrigues – Portal AM1*
• Publicado em 05 de outubro de 2021 – 16:38
Vacinação
Foto: Myke Sena/MS

BRASÍLIA, DF – A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia no Senado deu 48 horas para que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se manifeste sobre a atual situação da vacinação contra a covid-19 no Brasil. O requerimento foi aprovado pela CPI nesta terça-feira (5).

O ministro tem dois dias para fornecer dados sobre o Plano Nacional de Imunização para 2022, além dos estoques de vacinas ainda para 2021. Queiroga ainda deve dar uma justificativa para a descontinuação do uso da Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan (SP) em 2022.

Leia mais: Covid: com 300 milhões de doses, vacinação é a maior da história do Brasil

Durante conversa com jornalistas nesta terça-feira, o ministro salientou que a Coronavac só deve integrar o Programa Nacional de Imunização em 2022 se a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) der a aprovação definitiva para o uso do imunizante. Atualmente, a Coronavac só tem o registro emergencial autorizado pela autarquia, desde 17 de janeiro de 2021. Somente com o registro definitivo, o governo deve fazer um novo contrato com o Instituto Butantan.

“O contrato é um documento feito entre as partes. E isso foi feito de forma emergencial. Este agente imunizante obteve o registro emergencial da Anvisa. Nós esperamos que a Anvisa conceda o registro definitivo e com o registro definitivo, o Ministério da Saúde considera esta ou qualquer outra vacina com registro definitivo para fazer parte do PNI [Programa Nacional de Imunizações]”, afirmou.

Exigência

Queiroga ressaltou que a Coronavac, como todas as outras vacinas, foram feitas em tempo recorde no período de uma emergência sanitária. Ele reafirmou que o registro definitivo será necessário não apenas para a Coronavac, mas também para a vacina da Janssen, produzida pela Janssen-Cilag, de dose única. A vacina da Janssen teve o uso emergencial aprovado em 31 de maio de 2021.

“Janssen quer entrar no calendário nacional de imunização? Vai ter que solicitar o registro definitivo. Quanto mais vacinas conseguirem o registro definitivo da Anvisa, é melhor, porque teremos mais ofertas de vacinas, e com isso, o preço deve cair, e eu consigo usar esses recursos para, por exemplo, atender pessoas com síndrome pós-covid”, completou.

Requerimento

Ainda conforme a CPI, o ministro precisa informar, também, as medidas para esclarecer a população sobre a necessidade da vacinação contra a covid-19. A comissão também quer saber quais serão as medidas para o acompanhamento epidemiológico, equipe técnica responsável pelo acompanhamento da pandemia, e os dados da atual composição da câmara técnica em imunização.

(*) Com informações da CNN Brasil.

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