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1 de dezembro de 2020
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‘A demonização da esquerda é uma arma para ocultar a falta de trabalho’, diz Amil em entrevista

O advogado ainda comentou que não está preocupado com as críticas feitas à linha ideológica do partido

‘A demonização da esquerda é uma arma para ocultar a falta de trabalho’, diz Amil em entrevista
Foto: Marcio Silva/ Portal AM1

Durante um papo  com o jornalista Garcia Júnior da Rádio Laranjeiras, na terça-feira (20), o candidato Marcelo Amil falou sobre os desafios da esquerda para ocupar lugar no cenário político nacional após a demonização feita pela direita ao longo dos últimos anos.

“O PCdoB e PT sempre foram partidos próximo, mas o PCdoB, meu partido, nunca teve um político condenado e não aparece na lista de partidos corruptos, que é encabeçada por políticos do DEM e PMDB. Esse clima hostil foi criado por militantes da extrema-direita que se dedicam, desde 2018, a atacar o pensamento diferente da sua ideologia. Nós devemos nos responsabilizar pelo próprio erro e não pelo do outro. Eu respondo por meus atos e, diferente de uns e outros que estão querendo ser prefeito, tenho uma vida ilibada”, explicou Marcelo, que tem intensificado os ideais progressistas na sua militância política.

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“Eu tenho as minhas convicções no campo político, luto por elas, mas eu sou o Marcelo Amil. Um advogado honesto, ficha limpa, pai de família, que luta todos os dias – enfrentando os problemas da cidade como todo manauara – e que deseja fazer o melhor para esta cidade. Não vou olhar status, vou tratar cada um de acordo com as suas necessidades. Essa demonização da esquerda é apenas uma arma para ocultar a falta de trabalho efetivo para resolver os problemas reais do país ”, disse Amil.

O advogado ainda comentou que não está preocupado com as críticas feitas à linha ideológica do partido, mas sim em promover um projeto de governo que, de fato, atenda às necessidades da cidade.

“Não estou aqui para rebater críticas, estou colocando meu nome à disposição para lutar pelo trabalhador, pelo microempreendedor, pela dona de casa, pelo estudante e por quem vive em Manaus. Ideologia não se traduz em políticas municipais, portanto, eu trabalho para mostrar que estou preparado e o plano emergencial criado por nossa equipe de campanha vai trazer emprego, renda, educação de qualidade e melhores oportunidades. Eu acredito que a oportunidade muda a vida das pessoas”, destacou.

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Em relação à atual gestão municipal, Marcelo disse que, assim que assumir o posto de prefeito, vai fazer uma análise completa da situação da Prefeitura de Manaus e que irá manter o que foi feito de bom e mudar o que foi ruim.

“O desequilíbrio entre o Jorge Teixeira e a Ponta Negra se manteve ao longo dos últimos governos municipais. Isso precisa ser revisto urgentemente. É inadmissível que, em pleno século 21, ainda tenhamos crianças fora das escolas, mães que não têm onde deixar seus filhos e pedintes nos semáforos da cidade. Tem muita coisa errada aí, e nós vamos mudar essa realidade. Esse é o nosso compromisso com o povo manauara. A saúde na Ponta Negra tem que ser mantida com a maior qualidade, mas o povo da periferia não pode sofrer na fila da Unidade Básica de Saúde, esperando dias ou até meses por um atendimento ou exame”, falou o candidato.

Garcia Junior questionou o candidato sobre como ele pretende encontrar as respostas certas para resolver os problemas antigos da cidade. Marcelo Amil respondeu que não pretende fazer isso sozinho.

“Eu valorizo a Educação, é por meio dela que conseguimos tudo o que existe no mundo e foi feito por mãos humanas. Eu valorizo a ciência, eu valorizo o educador, eu valorizo o conhecimento e Manaus está cheia de profissionais capacitados. Cada um na sua área de atuação e nós vamos atrás dessas pessoas para montar o Conselho Acadêmico Manauara. Um grupo de pessoas que vive na cidade, que conhece os problemas porque vive eles na pele todos os dias. Temos doutores e pesquisadores que moram, trabalham e pesquisam sobre os impactos sociais e estruturais da nossa cidade, por isso, daremos a oportunidade de eles participarem da gestão municipal. Chega de soluções pré-prontas vindas de outros estados, feitas por pessoas que não conhecem a nossa capital. Eu não quero um cargo vitalício, eu quero melhorar minha cidade porque moro aqui e quero continuar vivendo na cidade que amo”, esclareceu o candidato Marcelo Amil.

 

(*) Com informações da assessoria

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