Vereador Gilmar Nascimento (Foto: Assessoria de Comunicação do vereador)
Manaus (AM) – Após a má repercução sobre o projeto que propõe a implementação de sessões híbridas na Câmara Municipal de Manaus (CMM), o vereador Gilmar Nascimento defendeu a medida como uma forma de prevenção para situações de emergência.
Segundo o parlamentar, a proposta da Mesa Diretora não é apenas uma modernização do trabalho legislativo, mas uma forma de garantir o funcionamento da Casa em possíveis cenários adversos.
“Muitas câmaras deixaram esse instrumento aberto para evitar qualquer problema. Nós tivemos agora tornado aí no Brasil. Se fosse aqui em Manaus, como que a Câmara iria funcionar?”, questionou o vereador.
Apesar da justificativa, a capital amazonense nunca registrou fenômenos naturais similares a tornados, tampouco há indícios de que isso possa ocorrer no curto prazo.
Entenda a mudança
A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Manaus (CMM) propôs um Projeto de Resolução na Casa Legislativa que permite a realização de sessões plenárias nas modalidades virtual ou híbrida em razão de situação excepcional.
O Projeto de Resolução da CMM nº 020/2025, de autoria da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Manaus, tem por objetivo alterar dispositivos do Regimento Interno da Câmara. Entre eles, a partir de uma autorização dada por Ato da Mesa Diretora, permite a realização de sessões plenárias nas modalidades virtuais e híbridas em razão de situação excepcional.
A proposta também prevê que a eleição da Mesa Diretora, referente ao segundo biênio da legislatura, será realizada em sessão ordinária convocada pelo presidente, a partir do segundo período legislativo ordinário da segunda sessão legislativa. O presidente deverá comunicar a data da eleição com antecedência mínima de dois dias.
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