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Governadores querem que Congresso aprove PL sobre mercado de carbono

Com participação de 15 governadores, incluindo o do Amazonas, Wilson Lima, a carta pede a aprovação do PL antes da realização da Conferência do Clima, da ONU
Da redação – Portal AM1
• Publicado em 11 de outubro de 2021 – 16:08
Carta: governadores querem que Câmara aprove PL de Ramos sobre mercado de carbono
Foto: Reprodução

BRASÍLIA, DF – Liderada por Renato Casagrande (ES), a Coalização de Governadores pelo Clima enviará a Carta de Manaus, endereçada ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) solicitando a aprovação do PL 528/21, de autoria do deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM), antes da COP-26, a Conferência do Clima da ONU, que ocorre em novembro na Escócia.

O documento será enviado nesta quinta-feira, 7, pedindo que o projeto de lei que regula o mercado de créditos de carbono seja analisado com urgência pelo Congresso. Ao todo, 15 governadores já haviam assinado o documento, entre estes Ronaldo Caiado (GO), João Doria (SP), Paulo Câmara (PE), Renato Casagrande (ES), mas outras adesões devem ocorrer.

A participação de governadores dos Estados da Amazônia Legal em evento promovido pela FAS– Fundação Amazônia Sustentável, selou a elaboração da carta em favor do projeto de Marcelo Ramos. Segundo ele, com os serviços ambientais prestados pelas nossas florestas monetizados, o Brasil confronta a tese de que somente a floresta derrubada pode gerar riquezas.

Leia mais: Pressão faz CMM voltar atrás na lei das sacolas plásticas e modificar texto

Vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), construiu um texto, em comum acordo com diversos setores, que estabelece regras para a certificação e o comércio dos créditos, hoje negociados apenas de forma voluntária no Brasil, o que dará segurança jurídica a países e empresas que precisam compensar suas emissões.

“O Brasil e a Amazônia possuem o maior ativo ambiental do mundo – a floresta em pé, mas pouco se beneficia por não termos regras para o mercado de carbono, que somente em 2019 movimentou R$ 45 bilhões. E, para garantir que as populações tradicionais sejam beneficiadas, incluímos um mecanismo que direciona parte dos recursos para a redução da pobreza na região” revelou Ramos.

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