Manaus, 7 de julho de 2026
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Manaus, 7 de julho de 2026

Cenário

Sindicato aponta falta de abertura do Governo Estadual para discutir pautas da educação

A Asprom Sindical afirma que continuará buscando canais de negociação e pede o apoio da sociedade para pressionar o governo a ouvir as demandas da categoria.

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(Foto: Alex Pazuello/Secom)

Manaus (AM) – O coordenador jurídico da Asprom Sindical, Lambert Melo, criticou a ausência de diálogo entre o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil) e os professores da rede pública de ensino. Segundo ele, desde o início do ano, a categoria tenta agendar reuniões com o Executivo estadual para tratar do reajuste salarial e de outras demandas, mas não obtém retorno.

“Estamos buscando diálogo com o governo do estado com relação, por exemplo, ao nosso pagamento, nosso reajuste salarial deste ano de 2025, desde janeiro, e nós não temos nenhum diálogo com o governador. O governador não se digna a responder, por exemplo, os ofícios que a gente encaminha solicitando audiência para ter diálogo e buscar resolver na conversa, na negociação, os problemas, as angústias que a gente passa dentro da escola pública do nosso estado e da nossa cidade”, afirmou.

As declarações de Lambert Melo foram feitas durante entrevista, na última quinta-feira (23), no programa Cenário Político do Portal AM1.

O coordenador destacou ainda que essa postura do Governo do Estado revela “um governo autoritário, um governo tirano que oprime os servidores públicos e, em especial, os professores”. Para ele, a ausência de interlocução demonstra o distanciamento da gestão estadual em relação às necessidades da educação pública.

“Sem esse diálogo, sem essa conversa com aqueles que são os representantes do poder público, a gente se sente órfão dessa valorização”, completou.

A Asprom Sindical afirma que continuará buscando canais de negociação e pede o apoio da sociedade para pressionar o governo a ouvir as demandas da categoria.

“Nós precisamos que a escola pública melhore de qualidade e só vai haver uma melhora quando nós tivermos os professores valorizados”, concluiu.

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