(Foto: Divulgação/Aleam)
Manaus (AM) – A Assembleia Legislativa do Amazonas ocupou a pior colocação no ranking de transparência pública do Ministério Público de Contas (MPC) em 2025.
Conforme o MPC, a Aleam foi o único poder público estadual a apresentar nível de transparência pública classificado como “intermediário”.
Em contraste, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) alcançou 100% no ranking e ocupou a primeira colocação, com o selo diamante. Mesmo diante de críticas à sua gestão pública e de figurar no ranking de pior governador do Brasil, conforme levantamento da AtlasIntel, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), obteve o selo “diamante” em Transparência Pública.
A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE) atingiu 97,34% no ranking de transparência pública. O Judiciário do Amazonas registrou 86,41%, e o Ministério Público do Amazonas alcançou 95,51%. Todos receberam o selo diamante.
Já a Assembleia Legislativa do Amazonas ficou com 64,57% no ranking do Ministério Público de Contas, mantendo a classificação de transparência intermediária.
Além do desempenho inferior em relação aos demais poderes estaduais, a Aleam apresentou queda na pontuação em comparação com o levantamento realizado em 2024. Ainda no nível intermediário, a Casa Legislativa havia registrado 67,57% naquele ano e, em 2025, recuou para 64,57%.
Os dados são do Radar de Transparência Pública, iniciativa promovida por diversas entidades, entre elas Atricon, TCE-MT, TCU, Abracom, Conaci, CNPTC e Instituto Rui Barbosa.
A matriz de transparência adotada pelo Radar considera diferentes critérios de avaliação, como informações sobre contratos, despesas, diárias, dados institucionais, licitações, obras, ouvidoria, convênios e transferências.
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