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Bolsonaro diz que vai tomar vacina: ‘viajo o mundo todo, tenho que tomar!’

Apesar de afirmar que precisa tomar a vacina, o presidente Bolsonaro declarou que será o último brasileiro a receber a dose contra a covid-19 no Brasil
Da Redação – Portal AM1*
• Publicado em 04 de agosto de 2021 – 20:00
Foto: Alan Santos/PR

BRASÍLIA, DF – O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta quarta-feira (4), que pretende tomar a vacina contra a covid-19 que o permita viajar ao mundo todo. Ele ainda repetiu que será o último no país a receber a dose contra a doença.

“Vou tomar a vacina que possa entrar no mundo todo. Não posso tomar essa vacina… Lá de São Paulo, que não está aceita na Europa nem nos Estados Unidos. Eu viajo o mundo todo, tenho de tomar a específica aceita no mundo todo”, disse Bolsonaro à Rádio 96 FM, de Natal (RN).

Leia mais: ‘Quanto mais pobre o estado, mais gordo é o governador’, afirma Bolsonaro

Países adotam regras diferentes sobre a entrada de viajantes. Entre os europeus, Espanha e Suíça, por exemplo, já aceitam a Coronavac em certificados de vacinação.

A Aliança Covax, coordenada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), pede que países autorizem a entrada de pessoas que receberam a imunização completa com vacinas que foram certificadas pela entidade, como a Coronavac.

Por causa da alta incidência da Covid no Brasil, os Estados Unidos exigem uma quarentena de 14 dias em outro país para liberar a entrada de viajantes. Há exceções, por exemplo, para autoridades de governos, como é o caso do presidente Bolsonaro.

Leia mais: Reverendo Amilton Gomes tentou negociar vacinas com prefeituras

O senador Flávio Bolsonaro esteve nos EUA, em junho, acompanhando comitiva do governo, antes de receber a primeira dose da vacina.

A Coronavac tem taxa de eficácia geral de 50,38%. O índice da AstraZeneca é de 70% e o da Pfizer/BioNTech, 95%, mas, segundo especialistas, as taxas de eficácia, divulgadas pelas desenvolvedoras das vacinas, não podem ser comparadas diretamente porque cada estudo tem sua metodologia própria e, principalmente, um período de desenvolvimento do ensaio clínico distinto. E uma mesma vacina pode obter dados diferentes se forem feitos estudos com metodologias distintas.

(*) Com informações da Folhapress

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