O evento já conta com 160 inscritos e deve reunir membros, servidores, estudantes e profissionais interessados na qualificação da gestão pública.
Hoje, a menos que haja justificativa para prisão preventiva, a legislação permite que o réu responda em liberdade, com ou sem fiança.
A ação busca dar celeridade às demandas relacionadas à violência doméstica e fortalecer a rede de proteção às mulheres.
A proposta é fortalecer o diálogo, estimular a empatia e incentivar a resolução colaborativa de conflitos, contribuindo para um ambiente escolar mais seguro.
Ao todo, 109 formandos receberam o certificado de conclusão do ciclo.
A programação começa às 6h30 e é aberta ao público, com atividades gratuitas voltadas à prática esportiva e à promoção da saúde.
A iniciativa promove o diálogo inter-religioso e combate o preconceito com distribuição de material educativo sobre intolerância religiosa.
As prisões foram efetuadas nos municípios de Barreirinha e Tapauá.
Com 20 horas de duração, o curso foi concluído nesta sexta-feira (27/02) e reuniu produtores de seis comunidades rurais.