Manaus, 6 de julho de 2026
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Cenário

Discussão acalorada marca cobrança por painel eletrônico na votação da reforma da Previdência em Manaus

Em uma discussão acalorada na Casa Legislativa, os vereadores da Câmara Municipal de Manaus debateram sobre o uso do painel eletrônico durante a votação da reforma da Previdência.

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(Foto: Éder França e Cleuton Silva/CMM)

Manaus (AM) – Vereadores cobram utilização de painel eletrônico, que custou R$ 630 mil aos cofres públicos, para votação da reforma da Previdência nesta quarta-feira (5) na Câmara Municipal de Manaus.

Em uma discussão acalorada na Casa Legislativa, os vereadores da Câmara Municipal de Manaus debateram sobre o uso do painel eletrônico durante a votação da reforma da Previdência. A sessão ocorreu de forma simbólica, por meio de levantamento de mãos, enquanto o presidente da Casa realizou apenas a leitura dos parlamentares que se posicionaram contrários ao projeto de lei.

O presidente da Câmara afirmou em diversas ocasiões que o painel eletrônico é acionado apenas quando há dúvidas quanto ao resultado da votação. Apesar disso, a votação ocorreu manualmente. Diante do cenário, o vereador Zé Ricardo apresentou questão de ordem e declarou ter dúvidas sobre a regularidade do procedimento adotado.

Em tom de protesto, o vereador Rodrigo Guedes levou o regimento interno ao plenário e sugeriu que o documento fosse “rasgado”, alegando que a norma não estava sendo respeitada pela Mesa Diretora.

“O processo de votação será realizado por registro eletrônico individual de voto”, disse Rodrigo Guedes, enquanto lia o regimento interno da Casa. Ele acrescentou ainda que, conforme o texto, “o painel só deixará de ser utilizado quando a votação eletrônica estiver impossibilitada, devendo então ocorrer de forma simbólica”.

Até mesmo um vereador em primeiro mandato e recém-chegado na CMM, Amauri Gomes (União Brasil), se manifestou de forma contundente a favor do uso do painel eletrônico e contra o projeto de lei que trata da reforma previdenciária municipal.

 

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