***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, 11.06.2019: Ministro da Justiça, Sergio Moro, chega para almoço com parlamentares do Bloco Vanguarda, formado pelas bancadas de DEM, PL e PSC no Senado. (Foto: André Coelho/Folhapress)
O coletivo nacional de Advogadas e Advogados pela Democracia pediu, no Superior Tribunal de Justiça, a prisão em caráter cautelar do juiz Sérgio Fernando Moro e dos procuradores federais Deltan Martinazzo Dallagnol, Laura Gonçalves Tessler, Carlos Fernando dos Santos Lima e Maurício Gotardo Gerum, que aparecem nas conversas reveladas pelo site The Intercept, do jornalista Glenn Greenwald. O pedido foi protocolado neste sábado (15).
Segundo a petição, Moro, Dallagnol e os demais procuradores estão manipulando a imprensa e podem estar destruindo provas para encobrir crimes como, o de formação de organização criminosa, corrupção passiva, prevaricação e violação de sigilo funcional, além de crimes contra o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito.
O documento protocolado aponta que “restam inexoravelmente presentes os requisitos do ‘fumus comissi delicti’ [onde há fumaça há fogo] e do ‘periculum in libertatis’ [perigo da permanência do suspeito em liberdade], seja para resguardar a ordem pública ou para conveniência da instrução criminal.”
https://www.scribd.com/document/413500496/Noticia-Crime-Lava-Jato
Chats privados revelam colaboração proibida de Moro com Dallagnol. O então juiz e o coordenador da Lava Jato trocaram informações, principalmente no sentido de levar o ex-presidente Lula à condenação, o que é considerado antiético, imoral e acaba com a credibilidade do julgamento e dos dois profissionais da Justiça.





