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Omar afirma que Bolsonaro pode pegar ‘prisão perpétua’

Senador disse que, caso o presidente seja indiciado pelo Tribunal Penal Internacional, pode até mesmo pegar prisão perpétua
Lucas Rodrigues – Portal AM1
• Publicado em 21 de outubro de 2021 – 20:24
Omar não descarta que nomes do AM sejam incluídos em relatório final da CPI, antes da votação
Foto: Pedro França/Agência Senado

SÃO PAULO, SP – Em entrevista ao apresentador José Luiz Datena, o senador Omar Aziz (PSD-AM) disse que não vai “arregar” na etapa final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia no Senado, da qual é presidente. Omar deu a entrevista nesta quinta-feira (21) à Rádio Bandeirantes.

Segundo ele, o relatório produzido pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI, está bem fundamentado e é bastante consistente. Ele também classificou o documento como “histórico” ao acusar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de nove crimes, incluindo o crime contra a humanidade.

“Se condenado no Tribunal Penal Internacional, o presidente pode pegar prisão perpétua. Coloco isso não é com alegria, mas com pesar, mas temos que mostrar como as entranhas do governo se comportaram durante esta pandemia”, disse o senador.

Leia mais: ‘Bolsonaro cometeu crimes sérios, mas não genocídio’, destaca Omar Aziz

Aziz ainda disse que não houve genocídio no Brasil em relação à pandemia, mas sim omissão contra toda a população brasileira. Segundo ele, todos sofreram na falta de política pública no combate à pandemia.

“Ouvi um advogado falar hoje que o que houve não foi genocídio, e sim crime contra a vida e crime contra a humanidade. É como se eu não precisasse dar motivo pra te matar, mas induzo à morte e proporciono isso. O presidente fez isso com a imunização de rebanho, tratamento precoce, aglomeração e fake news. Isso, sim, é crime contra a humanidade”, afirmou.

Um trecho do vídeo da entrevista foi divulgado no perfil de Omar no Facebook. Na legenda, o senador diz que “não é de arregar”, e que está tentando fazer justiça pelas vidas perdidas durante a pandemia. “Recebo ameaças e ataques nas redes, mas podem ter certeza, e quem me conhece sabe, eu não sou de arregar”.

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