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Plínio Valério volta a pedir criação de CPI para investigar ONGs na Amazônia

Declaração ocorre após escândalo envolvendo o presidente do Banco do Nordeste, Romildon Rolin, por conta de contrato de R$ 600 milhões com ONG
Hellen Miranda – Portal AM1
• Publicado em 29 de setembro de 2021 – 16:26

Brasília, DF – O senador Plínio Valério (PSDB) afirmou, nesta quarta-feira (29), que deve insistir na instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação de ONGs na Amazônia. Para o parlamentar do Amazonas, muitas instituições arrecadam dinheiro com o falso discurso de investimento na preservação da floresta.

A declaração ocorre após o escândalo envolvendo o presidente do Banco do Nordeste (BNB), Romildon Rolin, por conta de contrato anual no valor de R$ 600 milhões com uma ONG. Trata-se do Instituto Nordeste Cidadania (Inec), entidade parceira da instituição financeira na operacionalização do Crediamigo e Agroamigo.

Em publicação nas redes sociais, Plínio disse que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deve demitir Rolin, por conta deste contrato.

Leia mais: Plínio Valério duvida de candidatura de Arthur Neto ao governo do AM: ‘não vejo como’

“Mais um escândalo com ONGs que recebem milhões e ninguém sabe direito como operam. O que justifica contrato de R$ 600 milhões? Imagina o que essas ONGs fazem na Amazônia. Vamos cobrar a instalação da nossa CPI para investigar e separar o joio do trigo agora que o Senado volta à normalidade”, escreveu o parlamentar.

O senador comentou, ainda, que embora a contratação de organizações não governamentais ocorra em conformidade com a legislação brasileira, é preciso investigar o crescente número denúncias de prestações não completadas, de desvios de recursos e de desvirtuamento dos objetivos das entidades, que segundo ele, “ganham muito dinheiro em nome da Amazônia”.

Rolim está na presidência do Banco do Nordeste desde 2017, indicado pelo MDB. Já no ano passado, sob a tutela do Partido Liberal (PL), ele foi reconduzido ao cardo após Bolsonaro entregar ao partido o comando do banco. Inclusive no início desta semana, o próprio presidente da sigla, Valdemar Costa Neto (PL-SP), pediu publicamente a destituição de toda a diretoria do BNB.

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