Julgamento do pai e madrasta, que deixaram menino em estado vegetativo, durou quase 30 horas em Manaus.
Pai e madrasta foram denunciados pelo Ministério Público pelas agressões que deixaram sequela neurológica grave na criança que hoje vive restrita ao leito.
Na denúncia, órgão pede afastamento imediato e a prisão preventiva do suspeito e do diretor da escola por omissão sobre os casos.
PGE-AM ajuizou ação contra ex-administradora do Puraquequara para ressarcimento de prejuízos causados por rebelião em 2017.
Determinação considerou o tempo de fila de espera abusivo e ilegal, além de submeter os usuários à intranquilidade social.
Justiça acatou ação do MPAM, fruto de um inquérito civil que avaliou a infraestrutura da escola na cidade.
Deslize de terra no local tem causado preocupação em motoristas, passageiros e pedestres.
Procuradoria-Geral do Amazonas recorreu ao STF após o TJAM confirmar a decisão que rejeita o argumento de que a competência seria da Justiça Militar.
Um dos donos de uma rede de supermercado em Manaus está entre os réus.