No entendimento do presidente do CFM, a técnica de assistolia é prejudicial ao feto e à mulher.
A matéria agora segue para apreciação do Plenário com pedido de urgência.
A taxa de aprovação se manteve estável em relação ao levantamento anterior.
Lira anunciou ainda que a proposta será debatida no segundo semestre depois do recesso parlamentar.